releio os versos escritos
e choro dores antigas
clamando algo que corte
invento o que domino
A que distancia me encontro da vida?
Letras que não se encaixam
enquanto me sinto vazia
Paredes de azul frio
leito que existe sem cio
Da pateada à apatia
extremos onde oscilo
saudades de amores perdidos
sem o prazer da dor
sem a pressa dos famintos
Lua cheia que desponta
faz de mim céu infinito
traz de volta a inspiração
sem amor ou agonia
poesia nasce morta
a morte lenta em vida
e a vida passa em vão
Nenhum comentário:
Postar um comentário