domingo, 9 de setembro de 2012

Hoje


Hoje sinto a tranqüilidade

de quem  deita ao pé da arvore

num dia de sol quente

Hoje a cidade condescendente

flui na mesma sutileza

que a brisa toca meu rosto e levanta minha saia

Gesticulo com ternura

e me sinto posando para o retrato

meu peito paira

como a gaivota sobre o céu do lago

e caminho contente

como quem flutua

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