Velejei
léguas e léguas
para
ancorar no mesmo cais
do
qual parti.
Faroleiro
guia
invade
luz no escuro mar do meu leito.
- Descer as velas...que não vento mais ao léu
Percorrendo
o porto
calma
meus
pés, meu corpo
reconhecem
cada espaço
desse
chão.
Clareia
o dia
indiferente
horizonte
Meus olhos não vêm fora
nada
de mim
O ciclo da vida tem mais de uma rodada
O
cais de partida é um
Outro
é o porto de chegada
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